terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Estoy enamorada

Quem nunca aguardou ansioso para o café da manhã de um hotel/pousada que atire a primeira pedra!
Confesso que nem com fome eu estava (foi um Senhor Bife de Chorizo na noite anterior!) mas ignorar um café da manhã quando se tem tempo e com TUDO servido é pecado na minha religião (o Sr. Protzner pode confirmar).

Depois de uma batalha perdida com a persiana do quarto (porque descobri que tenho vista para os Andes mas a infeliz bloqueia) e um pulinho na piscina do hotel (“tô chic bem!”) parti para a vinícola Rutini, bem perto da cidade.
Belo local. Arejado, com uma arquitetura singular do colonialismo espanhol e um toque de prosperidade agrícola unida à tecnologia comumente vistas nas regiões rurais Argentinas.
(Depois da recepção que tive na bodega Rutini me senti na obrigação de elevar meu nível para me referir ao local!)
Traduzindo:
Nunca fui em uma vinícola antes, mas fiquei encantada não só com o lugar, mas com as pessoas e com toda a forma de produção dos vinhos!
Graças à amiga da minha mãe que serviu de contato, fomos recebidos de forma bem VIP (muchas gracias Dulce)!
Primeiro, guiadas pela Pilar, conhecemos a plantação das uvas, mas o sol judiou muito então corremos para uma sombra!
Seguimos para o museu do vinho, lindo e assustador! Agradeço à evolução da ciência que possibilitou o homem deixar de colher as uvas em um saco de couro e fabricar o vinho em tonéis de cobre! (hum, que delícia...) E, sobretudo, que o vinho tenha deixado de ter função unicamente religiosa...(viu como eu aprendi, professora?).

Às 13h30  “comi feito um porco!” no almoço preparado para nós e mais alguns dos representantes da vinícola (Pilar, Sol y Alfredo).

Menu do dia:
1.    Entrada de pequenas empanadas com um espumante branco e outro rose;
2.    Salada verde;
3.    Todos os tipos de carne, todas deliciosas! Filé Mignon, costelinha, carne de porco...de acabar com qualquer vegetariano!
4.    Legumes assados para acompanhar;
5.    De sobremesa uma tortinha de doce de leite (do nível argentino) com sorvete;
6.    Um cafezinho básico.

Para completar, 7 taças de vinho diferentes foram servidas a cada um. E eu sempre me segurando para não quedarme borracha! (com sucesso, eu acho...).

Passei o resto do dia caminhando pela cidade e só fui capaz de comer uma saladinha com D. Paula pra lá das 23hs!

Estoy enamorada de Mendoza...


Materiais antigos na fabricação de vinho






Pedras utilizadas pelos Incas para fabricar alimentos como farinha


Este chão é conhecido como "quebra-martelo", é uma madeira tão forte que parece pedra!


O museu do vinho


O museu do vinho

   

Um comentário:

  1. Cariño, vc não ignora um café da MANHÃ, nem de manhã, nem de tarde, nem de noite. Se bobiar, até a larica da madrugada entra na jogada.
    Te quiero tanto!
    P.S.: "Pumba, você é um porco"

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